Desenvolvido pela The Game Kitchen (Blasphemous), Ninja Gaiden: Ragebound foi anunciado como um retorno ao estilo clássico da série, um side-scroller de ação e plataforma com dificuldade elevada.
Além disso, o game expande o universo da série, com uma nova história, novos protagonistas e, obviamente, novas mecânicas para misturar com o estilo pixelado.
Com o game em mãos, fico feliz demais em dizer que sim, o game é um excelente retorno para o clássico. Inclusive, ouso dizer que ele se tornou o meu favorito da saga.
A história de Ninja Gaiden: Ragebound
A trama de Ragebound acontece durante os acontecimentos do primeiro Ninja Gaiden, onde o principal protagonista da trama, Ryu Hayabusa, vai para os Estados Unidos após a morte do seu pai. Enquanto isso, a vila do clã Hayabusa é atacada por seres demoníacos, e cabe ao pupílo de Ryu, Kenji Mozu, impedir que o mal domine seu lar.

Junto a Kenji, a ninja assassina Kumori, do clã da Aranha Negra, se vê obrigada a se aliar ao guerreiro para sobreviver, e também para impedir que os demônios tomem conta da sua terra.
Uma trama perfeita para a proposta
Como o intuito era retornar para o estilo clássico da saga, toda a história de Ninja Gaiden: Ragebound é praticamente perfeita, especialmente se você já for fã de longa data da franquia. Além disso, a trilha sonora do game torna a experiência ainda mais frenética, onde a ação e o combate desenfreado de cada fase se tornando ainda mais animador.
Outro ponto interessante da história está nos personagens, principalmente a dupla protagonista. Kenji e Kumori possuem uma dinâmica muito interessante, mesmo com ambos sendo bastante unidimensionais. Além disso, a série de coadjuvantes também funciona bem na proposta do jogo, e os inimigos não somente possuem um ótimo design, como em nenhum momento parecem estar desconexo do mundo da franquia.
A gameplay de Ninja Gaiden: Ragebound
Como já era de imaginar, Ragebound possui um estilo de gameplay semelhante aos primeiros jogos da série. Junto disso, o game oferece novas mecânicas que são muito bem vindas para a franquia, especialmente com a mecânica de intercalar entre os protagonista para solucionar puzzles.

Além disso, Kenji e Kumori contam com habilidades especiais que são extremamente úteis. Cada uma delas são usadas de acordo com as necessidades do jogador. Além de habilidades de ataque, os protagonistas possuem habilidade de defesa e cura, que podem ser a chave para o jogador conseguir superar os inimigos e obstáculos.
Contudo, infelizmente é necessário destacar que o game possui uma duração relativamente curta. Isso pode não ser um problema para muitos, porém, se você já for familiarizado com esse tipo de game, pode ser um ponto decepcionante.
Upgrades, segredos e colecionáveis chamativos
Além do básico para um jogo como esse, Ragebound ainda conta com uma série de upgrades disponíveis para os protagonistas, além de fases secretas e itens colecionáveis espalhados pelas fases. Todos esses itens são facilmente encontrados pelos ambientes, especialmente se você for um jogador que adora explorar.
Junto disso, o game oferece uma dificuldade que se assemelha aos primeiros jogos, mas que também não punem novos jogadores. Dessa forma, ele se torna uma excelente porta de entrada para novos fãs, como também uma grande homenagem a franquia.
Conclusão
Seja você fã de carteirinha ou um recém-chegado, Ninja Gaiden: Ragebound é uma excelente pedida. O game oferece desafios interessantes, homenagens dignas e uma gameplay frenética e divertidíssima.
Com grandes personagens, ótima trilha sonora e uma história digna da série, o game é um grande capítulo para a franquia, que parece estar retornando com força total.




















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