O mundo dos metroidvanias, especialmente nos últimos anos, tem recebido diversos novos títulos. Muitos deles, inclusive, são pensados como porta de entrada para os jogadores, e Possessor(s) é mais um caso como este.
Desenvolvido pela Heart Machine, o game junta o metroidvania com um tema recorrente no dia a dia: lendas paranormais e demônios.
Agora, pudemos experimentar o game e, apesar de alguns deslizes, fico feliz em dizer que a experiência é bem bacana.
A história de Possessor(s)
No game, acompanhamos a jovem Luca, estudante local que, para sobreviver uma explosão que aconteceu na sua cidade natal, Senzu, foi obrigada a realizar um pacto com um demônio chamado Rhen. Após isso, e com a cidade completamente em quarentena, os dois partem em uma jornada que promete diversas reviravoltas sobre o real motivo da explosão.

Na parte narrativa, o game se sai bem no que se propõe. Não é a invenção da roda, e possui alguns pontos bem previsíveis. Ainda assim, especialmente para quem busca uma aventura um pouco mais reflexiva, ele não deixa de ser uma boa pedida.
Outro ponto positivo da narrativa está nos seus visuais. Em toda a exploração, você vai se deparar com muitos locais belíssimos, além dos vários personagens que surgem e que possuem estilos e visuais muito bem pensados. Além disso, a trilha sonora também funciona muito bem para o game, não deixando a desejar em praticamente nenhum momento.
A gameplay de Possessor(s)
Na parte de gameplay, Possessor(s) se sai muito bem, mas também não é nada inovador. Um diferencial interessante está no uso do ambiente, onde o jogador pode arremessar os inimigos pelos cenários e aproveitar isso para realizar combos e outros movimentos.

Em praticamente todos os aspectos da gameplay o jogo funciona muito bem. Contudo, a exploração pode se tornar um pouco cansativa em certos pontos, especialmente se você não for muito familiarizado com o gênero. Em muitos momentos, onde o jogador possa preferir sair um pouco do roteiro e iniciar uma exploração maior, é bem possível que, caso seja marinheiro de primeira viagem, o jogador fique perdido por um bom tempo.
Outro ponto que talvez poderia ser um pouco melhorado é o sistema de armas. Com um estilo de combate que usa muito de combos, seria interessante poder trocar de equipamento com mais facilidade.
De todo modo, o jogo continua oferecendo uma experiência bem bacana para um metroidvania. Sobretudo para um jogador que esteja conhecendo mais do gênero.
Conclusão
Apesar de alguns deslizes, Possessor(s) possui uma narrativa chamativa e uma gameplay divertida o bastante para que os jogadores, estreantes ou não no gênero, possam passar boas horas aproveitando mais deste mundo distópico e melancólico.




















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