Com forte inspiração na cultura oriental, Towa and the Guardians of the Sacred Tree é mais uma aposta da Bandai Namco no mundo dos roguelites. O game, desde seu anúncio, chama atenção com seu belíssimo traço em estilo anime, além de uma diversidade de personagens com designs únicos.
O Cromossomo Nerd teve a oportunidade de conferir o game com antecedência, e, após uma experiência bem divertida, contamos tudo sobre o jogo!
A história de Towa and the Guardians of the Sacred Tree
No jogo, acompanhamos os habitantes da Vila Shinju, um povoado abençoado pela árvore sagrada que é morada do deus que dá nome ao vilarejo. Contudo, a vila é ameaçada pelos temidos Magaoris, seres místicos comandados pelo maligno Magatsu.
Agora, cabe a guerreira Towa, uma semideusa nascida da própria árvore sagrada, junto com os Oito Guardiões da Vila Shinju, combater esse terrível mal e liberar seu lar dos monstros e temores que o assolam.

O que Towa e os Guardiões não esperavam era que, ao iniciar a batalha contra os Magaori, eles se veriam presos em um loop temporal sem precedentes. Agora, é ainda mais importante acabar com a ameaça, para assim trazer a Vila Shinju de volta para o fluxo temporal.
A trama do game é, em suma, bem simples. Não é nada muito mirabolante nem nada do tipo, porém, funciona bem na sua proposta. Contudo, especialmente na parte inicial, existe uma confusão para estabelecer a narrativa, pois tudo é estabelecido nos primeiros minutos de game, e isso pode ser um fator um pouco estranho para jogadores.
Contudo, a trama de Towa and the Guardians of the Sacred Tree, após algumas horas, passa a ser algo deveras interessante, especialmente quando passamos tempo com os Guardiões. Cada personagem possui uma personalidade única e que causa diversas interações divertidas durante a jogatina, e isso também se estende para a Vila Shinju e seus habitantes, mesmo que em menor escala.
O carisma dos personagens é essencial para o gênero
Se tratando de um jogo que possui um estilo que lembra muito os animes, é nítido em muitas interações e situações que o game tem muito mais do que apenas o estilo. Algumas interações, alguns personagens e diálogo parecem ter sido puxados diretamente de um anime de comédia como Ranma 1/2, Dandadan e outros. Para um jogo roguelite, onde a repetição é fator crucial, esses elementos funcionam bastante para não tornar os ciclos repetitivos demais.
Além disso, durante as jornadas contra os magaoris, os Guardiões passam por diversos momentos de interações entre si, que servem como um respiro após os combates, e eles também funcionam bem. Senti falta apenas de uma trilha sonora um pouco mais memorável para o game, que até possui músicas bonitas, mas que estão reservadas apenas para momentos tão específicos que, se você não prestar atenção, vão passar batido.
A gameplay de Towa and the Guardians of the Sacred Tree
A parte de gameplay do jogo foi o que mais brilhou para mim. Apesar não inventar a roda, todas as mecânicas apresentadas aqui são muito bem pensadas para criar uma experiência única para cada jogador.
Em Towa, ao iniciar uma jornada, você deve escolher 2 dos 8 guardiões disponíveis, um para ataques com espada, chamado de Tsurugi, e outro para ataques mágicos, o Kagura. Cada um dos guardiões possui habilidades únicas tanto para Tsurugi quanto para Kagura, e podemos realizar diversas combinações com os personagens.

Além disso, existem várias mecânicas para melhorar ainda mais as habilidades e status de todos os personagens, tornando a jogatina ainda mais única e seguindo as preferências dos jogadores. Isso, para um roguelite, é uma ideia excelente, pois os jogadores podem variar em todas as suas jornadas.
A vila Shinju também traz uma gameplay interessante
Além das jornadas contra os Magaori, a própria Vila Shinju oferece alguns aspectos de gameplay, como estabelecimentos para melhorias de atributos, lojas e etc. Aqui, controlamos apenas Towa, e a mesma também vive diversas interações com os habitantes.
Apesar de um pouco menos interessante, essa parte da gameplay consegue ganhar o afeto do jogador ao longo das jornadas, sobretudo após alguns diálogos serem desbloqueados na jogatina. Junto disso, existem atividades como forjar espadas ou melhorar construções que, ao longo da gameplay, serão cruciais para você conseguir avançar, e em nenhum momento elas me pareceram tediantes ou desnecessárias.
Com essas mecânicas, que são simples de entender, mostra como o game busca agradar fãs do gênero e também ser agradável para jogadores que ainda não experimentaram os roguelites. E eu, como fã do gênero, consigo ver isso com ótimos olhos.
Conclusão
Towa and the Guardians of the Sacred Tree, além de um divertido roguelite, é um ótimo jogo para passar horas e horas, seja conhecendo os habitantes ou combatendo monstros. Apesar de não ser uma obra inovadora, ela abraça elementos clássicos do gênero e ainda consegue ser uma ótima porta de entrada para novos jogadores.





















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