Assistimos ao novo filme de suspense/terror da Universal Pictures e vamos descrever nossa experiência com a mais nova adaptação cinematográfica do jogo dos espíritos.
A trama gira em torno das personagens Alice (Elizabeth Reaser) e suas duas filhas, Doris (Lulu Wilson) a mais nova de aproximadamente nove anos e Lina a mais velha, uma adolescente. Após a morte de seu marido, Alice acaba ficando endividada e começa a ter a ajuda de suas filhas para encenar golpes de clarividência (fingindo comunicação com os mortos) mas nem isso é suficiente para manter a casa.
Em um certo dia, Doris pega um tabuleiro Ouija (similar ao infame jogo do copo) de sua mãe para tentar se comunicar com seu falecido pai, e isso acaba desencadeando uma série de acontecimentos malignos. Alice acaba se encantando pelos sintomas demonstrados por Doris e acha que são algum tipo de dom sobrenatural que estão se manifestando na garota, ignorando o fato de que algo maligno está acontecendo e que as coisas estão saindo de controle.
O filme possui muitos clichês já vistos em inúmeros filmes de terror, tudo é muito simples, mesmo as cenas de suspense que resultam em sustos da plateia conseguem ser previsíveis em alguns casos. A história não faz com que o espectador pense muito sobre ela, ou que tente pensar em alguma solução, já que o suspense dura até certa parte do filme (o que não é muito), mesmo a tentativa de localizar a trama em décadas passadas (que ficou muito popular ultimamente após o Lançamento de Stranger Things e da Saga Invocação do Mal/Anabelle) não consegue cativar e acaba deixando o filme mais genérico ainda.
Os efeitos especiais são poucos e novamente é a simplicidade que manda, nada que seja surpreendente e que já não tenhamos visto em outras obras. O final é facilmente deduzido e não muito satisfatório, e força um gancho para uma possível sequência.
A ressalva fica pela atuação de Lulu Wilson que consegue ser a melhor coisa do filme e mostra que a garotinha realmente entrou de cabeça no papel.
Ouija: Origem do Mal não consegue inovar e nem se destacar, mais uma vez, vemos a clássica possessão de uma criança que causa a morte daqueles que a cercam, apoiado em um roteiro fraco e em uma base repetitiva, o filme fica devendo para os filmes do gênero lançados em 2016.
Não se esqueça das três regras para jogar Ouija:
Não jogue sozinho.
Não jogue em um cemitério.
E sempre diga adeus.
O filme estreia nesta quinta-feira 20 de outubro.
















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