Flintlock: The Siege of Dawn teve seu trailer revelado durante a Xbox Games Showcase deste ano. O vídeo de apresentação ditava um tom épico e destacava um combate frenético, além de muitas inspirações vindas do gênero soulslike.
O jogo, sem dúvida, chamou a atenção. Mas não demorou muito até que o esgoto da internet se abrisse, e as críticas à protagonista ganhassem espaço. A grande maioria alegava que o fato dela ser negra "não fazia sentido", por conta do contexto histórico da trama. Mas já vimos "críticas" similares antes na Angrboda de God of War, a Ariel de A Pequena Sereia e, mais recentemente, com Yasuke em Assassin's Creed Shadows.
No fim das contas, a reclamação da representatividade no jogo acaba sendo mais uma crítica vazia e com um viés preconceituoso. E minha experiência durante a jogatina comprova essa afirmação, já que o fato da história ter uma protagonista negra definitivamente não foi um ponto negativo.




